Sorteio NoMU Pesto de Tomate e Ervas
quinta-feira junho 02nd 2011, 12:37
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A Latinex em parceria com o Thinkfood, cedeu algumas amostras do incrível Pesto de tomate e ervas da marca NoMU.

Serão sorteadas 3 unidades do produto, sendo uma escolhidas dentre os comentários, e outras duas através do Twitter.

O pesto desidratado de tomate e ervas NoMU é instantâneo! Basta juntar um pouco de azeite e agua quente e está pronto!

Não é exatamente como o pesto italiano (feito de manjericão, parmesão e pinoles), por se tratar de uma releitura é algo “novo”, exclusivo. Além de ser preparado da forma indicada, pode ser usado pra temperar queijos, em recheios de macarrão, em marinadas ou onde mais a criatividade permitir. Já falei sobre a qualidade dos produtos da marca diversas vezes aqui no blog. É algo diferenciado, pra um público diferenciado.

Sortudo quem levar essa maravilha de lambuja!

Para concorrer basta deixar um comentário dizendo porquê merece ganhar! O vencedor, desta vez não será escolhido de forma randômica. Valerá o mais criativo.

Ou…

Pelo Twitter para participar, basta seguir o @blogthinkfood e postas a seguinte frase:

“Eu quero ganhar o NoMU Tomato & Herb Pesto Mix que o @blogthinkfood está sorteando. Saiba como: http://migre.me/4HJNO”

Os vencedores serão anunciados na sexta-feira 10/06. Válido para todo território nacional.

REVIEW

Embalagem: Mesma preocupação de sempre da marca. Embalagem moderna e prática, a lata possui rosca e uma vedação interna em silicone, afim de manter o produto livre de umidade. Pesa 100 g e é produzido na África do Sul.

Aspecto: Na embalagem há duas advertências sobre o fato de, o produto atrair umidade. Isso ocasiona uma “compactação” do conteúdo em um bloco único.

O aviso diz: ” Você sabia que quando um produto como esse, fica compacto ou aparenta estar sólido, indica um sinal de qualidade? NoMU acredita em uma aproximação com o que é natural. Preferimos não usar aditivos artificiais ou anti-umectantes em nossos produtos. Este produto é higroscópico e atrai umidade. Isto não efeta a qualidade do produto, apenas pode o tornar um pouco mais difícil de manusear. Por favor, se beneficie das qualidades naturais deste produto.”

O produto aparenta realmente estar sólido, em um único bloco, que facilmente pode ser dividido, e dissolvido conforme as recomendações de uso. O aroma é incrível, bem persistente, o tomate seco é o primeiro a ser notado porém percebe-se também a presença de outras especiarias. O aroma adocicado e complexo estimula e presenteia o olfato. Provei ainda antes de diluir, é forte e bem condimentado.

Resultados: Fiquei impressionado com a rapidez e facilidade com que se prepara o pesto. Em questão de 2 minutos, uma pasta expessa e leve, extremamente perfumada e saborosa fica pronta.

O ponto fraco, ficou apenas no quesito acidez (perceptível). Mas é perdoável visto que o ingrediente principal é o tomate seco. Quase inevitável!

Conclusão: Vale a pena ter no armário. É uma das coisas mais práticas já inventadas em termos de industrializados. Para ocasiões formais ou informais, visitas inesperadas, ou fominha da madrugada pós balada é perfeito.

Experimentei com pão, com queijo branco, fiz patê com ricota, usei na lasanha e em um contra filé. O resultado em todos os casos foi satisfatório, no contra filé excedeu as espectativas, a carne fica com uma cor linda e os sabores se potencializam. As ervas são suaves e bem equilibradas, não incomoda os mais sensíveis, e está presente apenas para perfumar, e trazer maiores “sensualidades” ao produto.

UPDATE (12/06 um pouco atrasado, eu sei!):

Vencedor do Twitter:

Vencedores dos Comentários:

Tássia F. Santos

Ana Lúcia P.V.A.

Os ganhadores têm até dia 17/06 para enviarem deus dados postais.



Tapenade
sexta-feira fevereiro 11th 2011, 20:23

A tapenade é uma pasta da cozinha Provençal, feita com azeitonas, alcaparras (de Toulon), filés de anchovas, pimenta do reino e azeite normalmente amalgamadas em um mortar.

Pode por vezes ser enriquecida com alho, atum marinado, mostarda, tomilho ou folhas de louro.

Sua criação é atribuída ao chef Meynier, do restaurante La Maison Dorée – Marselha, que em 1880 para guarnecer ovos cozidos cortados ao meio, teria feito uma pasta com alcaparras e azeitonas pretas na mesma proporção, filés de anchovas e atum marinado. Estes ingredientes teriam sido “esmagados” com um fouet, e então temperado com especiarias, pimenta do reino, azeite e dois cálices de conhaque.

O termo deriva de tapena, palavra em occitano/provençal para alcaparra. Na região sul da França, pode ser feita de duas maneiras:

Tapenade noire: é uma receita simplificada, onde as azeitonas pretas são o primeiro ingredientes seguida por alcaparras e alguns filés de anchovas apenas para enriquecer o aroma, são esmagados juntos e então junta-se um dente de alho amassado, azeite e pimenta do reino preta.

Tapenade verte: assim como seu irmão feito com azeitonas pretas, o modo de preparo segue o mesmo, apenas com a diferença de levar azeitonas verdes em substituição às pretas. Pode ser acrescido de pinholes ou amêndoas e o uso da alcaparra é facultativo.

A tapenade costuma ser consumida com crudités, carnes, peixes, ou sobre pão torrado.

Tapenade noire

  • 180 g de azeitonas pretas sem caroço
  • 30 g de alcaparras dessalgadas
  • 10 g de filés de anchova
  • 1 dente de alho amassado
  • 1 ramo pequeno de tomilho
  • azeite
  • suco de limão (opcional)
  • pimenta do reino preta

1. Pique as azeitonas e alcaparras grosseiramente.

2. Passe as rapidamente pelo processador de alimentos ou faça da maneira “roots” usando um mortar.

3. Junte os filés de anchovas, previamente amassados para que vire uma “pasta”. Amalgame tudo provando o sabor, junte mais anchovas caso queira.

4. Coloque o alho amassado e azeite (o limão entraria neste momento, mas não usei devido acidez das azeitonas) misture bem, e ajuste o tempero com a pimenta do reino.

Como todo prato com poucos ingredientes, e sobretudo naqueles que é feito quase que à base de apenas um produto, este deve ser de excelente qualidade. Compre as melhores azeitonas pretas possíveis, pois o sucesso da receita depende em grande parte disso.

A receita não leva sal (a principio) por motivos óbvios, mas caso queira, sinta-se a vontade.



Entenda seu macaron – Macaron Praliné
quinta-feira janeiro 27th 2011, 14:23
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A fórmula secreta dos macarons simplesmente não existe. Muitas receitas podem ser encontradas em sites de cozinha, mas a maioria devo dizer não funciona.

Alguns blogs, ensinam envelhecer as claras, usar diferentes tipos de merengues, assar em diversas temperaturas, assar com duas assadeiras sobrepostas entre outros “macetes milagrosos”, que no final das contas de nada funcionam.

Por muito tempo, apanhei dos macarons, foram vários nocautes antes do simples acontecer: entender seu funcionamento.

Parte do sucesso em fazer macarons está em dominar a técnica e saber os porquês de sua preparação (os motivos pelos quais dão certo, e os que causam o erro).

Fatos:

  • A farinha de amêndoas deve ser bastante seca, de cor clara, e fina. Até dá para fazer sua própria farinha de amêndoas. Retire a casca das amêndoas, deixe secar completamente em forno morno por alguns minutos, então passe pelo processador até obter uma textura ainda grosseira. Volte a deixar secar em forno morno por mais alguns minutos e processe novamente, desta vez com açúcar de confeiteiro, de modo a evitar que virem uma pasta.
  • As claras de ovos, podem ser frescas, velhas, geladas ou em temperatura ambiente. Todas dão certo.
  • Adicionar clara de ovo em pó ajuda, mas não é necessário em absoluto.
  • A clara antes de receber o açúcar deve ser muito bem batida, isso faz com que naturalmente, evapore parte de sua umidade, e contribua grandemente para o sucesso do macaron.

  • A inimiga numero um do macaron é a umidade. Por esse motivo, deixar as claras envelhecerem apenas diminuem muito ligeiramente a concentração de água. Da mesma maneira, juntar claras em pó, funciona causando o mesmo efeito.
  • O segundo inimigo dos macarons é a temperatura, muito baixa (menos de 110º C) e não criarão os “pés”.  Muito alta (maior que 145ºC)  e terão a superfície rachada. Blogs que indicam assar em temperatura de 175ºC por exemplo, levam em consideração a posição do termostato do forno, e não a temperatura real do interior de seu forno. Por isso recomendo o uso de um termometro digital com fio.
  • O tempo de forno também dirá muito sobre qual o resultado dos seus macarons. Pouco tempo fará com que grudem no silpat, tempo demais os deixarão excessivamente secos, perdendo sua textura característica de interior cremoso. O tempo de forno pode variar de 10-20 minutos, dependendo da temperatura.
  • Bater a massa demais a tornará liquefeita, arruinando os macarons.
  • Bater de menos, transformará seu macaron em cookies.
  • Deve-se bater até que os secos estejam homogêneos na massa, e essa apresente textura elástica ao deixar cair da colher.
  • É imprescindível deixar que os macarons descansem por pelo menos 30 minutos antes de leva-los ao forno. Isso faz com que forme-se uma película protetora recobrindo a superfície do macaron, sua função é impedir que o macaron rache ao ser exposto à temperatura.
  • Se quiser cobrir o macaron com algum ingrediente, como oleaginosas o momento correto para isso é logo após modelar com os bicos, e antes de leva-los à descansar.

  • Eu não encontrei nenhum papel manteiga de boa qualidade que os macarons possam ser assados sem grudar. Recomendo o uso de tapetes de silicone.
  • Apenas retire os macarons da assadeira depois que estiverem completamente frios.
  • Não é necessário deixar os macarons “maturando” sob refrigeração antes de rechea-los, porém esta ação os torna mais macios por dentro (mantendo a crocância externa), sobretudo se ficaram demasiado secos pelo tempo ou temperatura de forno elevados.
  • O corante deve ser acrescentado enquanto bate as claras inicialmente com o acúcar. Antes portanto de juntar a TPT. O corante mais recomendado é o líquido (exceto no caso da cor preta, que prefere-se o uso em sua forma de pó).

Macarons praliné

rende 26 metades, 13 macarons

  • 110 g de TPT*
  • 45 g de clara de ovo
  • 50g de açúcar de confeiteiro
  • 30 g de amêndoas laminadas

recheio:

  • 100 g de chocolate branco
  • 45 g de creme de leite fresco
  • 10 ml de Amaretto

praliné:

  • 100 g de açúcar
  • 40 g de amêndoas peladas e picadas

1. Para o macaron, passe o TPT tant pour tant no processador e peneire. Também peneire o açúcar de confeiteiro e reserve.

2. Bata as claras em neve (picos firmes), junte de uma só vez o açúcar de confeiteiro.

3. Misture metade da mistura de farinha de amêndoas (tant pour tant*) mexendo vigorosamente até que esteja homogênea, para só então agregar a outra metade mexendo até que se obtenha uma massa levemente elástica e brilhante.

4. Modele os macarons sobre tapete de silicone com o auxílio de manga de confeiteiro e bico perlê 11 ou 12. Disponha amêndoas laminadas sobre cada macaron.

5. Deixe descansar por cerca de 45 minutos até que esteja seco ao toque.

6. Asse à 120ºC por 15-18 minutos.

7. Espere esfriar para retirar do tapete de silicone.

8. Para a ganache, derreta o chocolate branco no microondas ou banho maria, junte o creme de leite e o Amaretto. Reserve.

9. Para o praliné, coloque o açúcar em uma frigideira teflon, e vá mexendo com um garfo conforme for derretendo, de maneira a auxíliar que o caramelo se forme de modo uniforme (apenas caramelos feitos apenas com açúcar podem ser mexidos, os que levarem água, se mexidos, açúcaram de imediato).  Jogue o caramelo sobre as amêndoas dispostas em uma superfície de mármore ou tapete de silicone.

10. Ao esfriar, quebre a placa de praliné com auxílio de uma colher de pau, ou martelo de carne. Essa “farofa” que se forma deve ser agregada à ganache, e empregada no recheio dos macarons.

TANT POUR TANT* é a mistura que compreende proporções iguais de farinha de amêndoas e açúcar de confeiteiro (superfino), usada por profissionais da confeitaria para fazer massas de biscoito, cremes de amêndoas ou bases para petit-four.



Presente das Arábias
sábado janeiro 08th 2011, 0:39
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Já falei bastante sobre o restaurante Arábia aqui e aqui, e de como o admiro em N aspectos: gestão de pessoas e ambiental, pesquisa e desenvolvimento de cardápio, respeito à cozinha que exerce, qualidade do serviço, logística, etc

No início de novembro, o Arábia começou a importar para venda, um ingrediente que eu particularmente amo, e tenho um carinho muito especial: o miski.

Miski é um produto bastante raro, exclusivo e caro! Na região da 25 de março um pacotinho com 1g do produto chega a custar $7.

No empório que eu costumo frequentar na rua Guarará, pagava cerca de $3 pela mesma quantidade.

No Arábia, está sendo comercializado por $ 22 a caixinha com 20 g. E com um diferencial: a melhor marca! Direto da cooperativa dos produtores da ilha grega de Chios.

Com isso, nos foi cedido algumas amostras para serem distribuídas aos leitores do blog.

Desta vez não será sorteio, e para concorrer basta deixar um comentário com nome completo e uma frase dizendo o porquê você merece levar esse prêmio.

Os quatro escolhidos, com as melhores justificativas, receberão uma caixinha de miski 20g em casa, através dos correios.

Encerra-se no dia 18 de janeiro.

Caso você não ganhe, não se desespere, milhares de caixinhas de miski ainda estarão disponíveis para venda no Arábia.

Restaurante Arábia
Rua Haddock Lobo, 1397
Rua das Fiandeiras, 422
Praça Vilaboim, 73

Para saber mais sobre o miski.

Resultado do sorteio:

Ana Maria Silvério

Larissa Pedreti

Luis Paulo

Vitor Hugo

Os vencedores tem até sexta-feira às 12:00 hs para enviarem seus dados postais.



2010 Top 10
segunda-feira janeiro 03rd 2011, 10:35
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Embora o blog existisse desde meados de 2008, foi ano passado que tomou sua forma atual e ganhou espaço no coração de muitos.

Agradeço a todos que visitaram, e contribuíram com suas opiniões nesse ano que se encerrou.

Desejo a todos amigos leitores um 2011 repleto de coisinhas gostosas, saúde e paz!

Aqui segue uma top list das receitas favoritas de 2010, uma lista das receitas mais vistas, ou mais comentadas do Thinkfood naquele ano.

Thinkfood 2010 Top 10

Alcachofrinhas em conserva

Bacon – cura, defumação, maturação

Estrogonofe Clássico

Gnocchi il modo giusto

Macaron de malabie

Muhammara

Pão de Sementes (sourdough)

Pissaladière

Torta Trufa

Trufa Clássica



Babaganoush
sexta-feira outubro 15th 2010, 20:15

Na Síria diz-se Babaganouj com um belo “J” no final.

O babaganoush é um daqueles pratos do “mezze”, confundido com o Moutabal ambos levam a berinjela chamuscada como principal ingrediente.

A presença do melado de romã, leva ao prato características muito especiais, como o sabor frutado doce/azedo. O prato funciona muito bem como acompanhamento de kafteh, ou kibbe grelhados. Sua presença não é assim por dizer “super obrigatória” mas vale muito a pena seguir a receita e colocar um pouquinho, muda completamente a complexidade do sabor.

Esta é uma das duas versões mais difundidas do babaganoush, além da berinjela leva em seu preparo: pimentão vermelho ou amarelo (usei verde porquê era o que estava na mão), cebola, alho, salsinha, limão e tahini.

Babaganoush

  • 2 berinjelas grandes
  • 1/2 cebola média cortada brunoise (cubos pequenos)
  • salsinha
  • 1 dente de alho picado minúsculo
  • pimentão vermelho ou amarelo cortado brunoise
  • suco de 1/2 limão
  • 3-5 colheres de sopa cheia de  tahini
  • sal

1. Lave, enxugue, corte o pedúnculo e faça o corte em cruz nas berinjelas.

2. Coloque-as diretamente na chama do fogão para que queimem completamente. Com auxílio de uma pinça, vá virando a berinjela a medida que sua casca vai queimando. O método é o mesmo usado aqui.

3. Reserve as berinjelas enroladas em filme plástico por cerca de 30 minutos. Lave e retire a casca em água corrente.

4. Disponha a berinjela em um recipiente e retire um pouco das sementes (apenas o excesso), junte o tahini, colher por colher, até que fique de acordo com seu paladar.

5. Junte os outros ingredientes e corrija o sal. Sirva em temperatura ambiente, ou resfriado, acompanhando kibbe, pão sírio ou como parte do mezze.



Sorteio NoMU Pesto de Tomate & Chilli
sexta-feira outubro 08th 2010, 12:00
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A Latinex em parceria com o Thinkfood, cedeu algumas amostras do incrível Pesto de tomate e chilli da marca NoMU.

Serão sorteadas 4 unidades do produto, sendo duas escolhidas dentre os comentários, e outras duas através do Twitter. Os ganhadores do Twitter também receberão amostras da linha Rub iguais as que foram sorteadas aqui.

O pesto desidratado de tomate e chilli NoMU é instantâneo! Basta juntar um pouco de azeite e agua quente e está pronto!

Não é exatamente como o pesto italiano (feito de manjericão, parmesão e pinoles), por se tratar de uma releitura é algo “novo”, exclusivo. Além de ser preparado da forma indicada, pode ser usado pra temperar queijos, em recheios de macarrão, em marinadas ou onde mais a criatividade permitir. Já falei sobre a qualidade dos produtos da marca diversas vezes aqui no blog. É algo diferenciado, pra um público diferenciado.

Sortudo quem levar essa maravilha de lambuja!

Para concorrer basta deixar um comentário dizendo porquê merece ganhar! Os vencedores serão escolhidos de forma randomica.

Ou…

Pelo Twitter para participar, basta seguir o @blogthinkfood e postas a seguinte frase:

“Eu quero ganhar o NoMU Tomato & Chilli Pesto que o @blogthinkfood está sorteando. Saiba como: http://migre.me/1w2Za”

Os vencedores serão anunciados na sexta-feira 15/10. Válido para todo território nacional.

REVIEW

Embalagem: Mesma preocupação de sempre da marca. Embalagem moderna e prática, a lata possui rosca e uma vedação interna em silicone, afim de manter o produto livre de umidade. Pesa 100 g e é produzido na África do Sul.

Aspecto: Na embalagem há duas advertências sobre o fato de, o produto atrair umidade. Isso ocasiona uma “compactação” do conteúdo em um bloco único.

O aviso diz: ” Você sabia que quando um produto como esse, fica compacto ou aparenta estar sólido, indica um sinal de qualidade? NoMU acredita em uma aproximação com o que é natural. Preferimos não usar aditivos artificiais ou anti-umectantes em nossos produtos. Este produto é higroscópico e atrai umidade. Isto não efeta a qualidade do produto, apenas pode o tornar um pouco mais difícil de manusear. Por favor, se beneficie das qualidades naturais deste produto.”

O produto aparenta realmente estar sólido, em um único bloco, que facilmente pode ser dividido, e dissolvido conforme as recomendações de uso. O aroma é incrível, bem persistente, o tomate seco é o primeiro a ser notado porém percebe-se também a presença de outras especiarias. O aroma adocicado e complexo estimula e presenteia o olfato. Provei ainda antes de diluir, é forte e bem condimentado.

Resultados: Fiquei impressionado com a rapidez e facilidade com que se prepara o pesto. Em questão de 2 minutos, uma pasta expessa e leve, extremamente perfumada e saborosa fica pronta.

O ponto fraco, ficou apenas no quesito acidez (perceptível). Mas é perdoável visto que o ingrediente principal é o tomate seco. Quase inevitável!

Conclusão: Vale a pena ter no armário. É uma das coisas mais práticas já inventadas em termos de industrializados. Para ocasiões formais ou informais, visitas inesperadas, ou fominha da madrugada pós balada é perfeito.

Experimentei com pão, com queijo branco, fiz patê com ricota, usei na lasanha e em um contra filé. O resultado em todos os casos foi satisfatório, no contra filé excedeu as espectativas, a carne fica com uma cor linda e os sabores se potencializam. A pimenta (chilli) é suave, não incomoda os mais sensíveis, e está presente apenas para perfumar, e trazer maiores sensualidades ao produto.

UPDATE 15/10/2010: Os vencedores!!!

No Twitter, foram 220 participantes. Dois sortudos receberão 1 Pesto de Tomate e Chilli NoMU, e um kit com sachês de Rub NoMU cada.

Nos comentários recebidos nesse post, 47 foram válidos (maiores chances de ganhar, do que no Twitter!) e dois sortudos receberão  1 Pesto de Tomate e Chilli NoMU cada.

3 – Carla Nogueira
45 – Antônio Carlos

Os vencedores, receberão o prêmio por correio. Peço que entrem em contato para acertarmos os detalhes do envio.

Parabéns!

Aos que não ganharam (ainda), fiquem de olho, estou cheio de idéias para sorteio :P



Parfait, perfeito!
sexta-feira setembro 24th 2010, 21:11

Gelados Comestíveis parte 4:

O nome sugere, promete… deixa expectativa. Não deve ser fácil pra uma sobremesa, ter sido batizada de “perfeita” assim sem cerimônia.

Se houver algum leitor chamado Máximo, tenho certeza que compadecerá do mesmo sentimento, da pobre (mas deliciosa) sobremesa gelada, que carrega nas costas a responsabilidade de fazer jus ao nome.

Parfait, embora nada tenha a ver; faz lembrar-me de minha vó. Não entendo, entendendo! Deve ser porquê a maioria dos parfaits e semifreddos são em camadas, e doces em camadas me lembram aquele doce de abacaxi com gelatina. E toda avó faz esse doce de abacaxi em camadas. É sine qua non  para ser avó! E tenho dito!

Na verdade, o parfait (em francês: perfeito) é uma sobremesa congelada à base de creme inglês e creme de leite batido, este último proporciona textura fofa e previne que derreta muito rapidamente, além de permitir que seja facilmente cortado em fatias.

Originalmente o parfait era um sorvete aromatizado com café, atualmente a mistura base é um creme anglaise (como qualquer sorvete), aromatizado com xaropes, purê de frutas ou outra coisa. É então adicionado creme de leite batido (ou merengue italiano) e então congelado em moldes.

Existem diversas formas em formato cilíndrico ou triangular mais comumente, adequadas à preparação dessa sobremesa (calhas). Como alternativa pode ser feito também com auxílio de uma assadeira de bolo inglês.

O parfait pode ser servido sozinho, por sí só; ou usado como base para preparar “bolo de sorvete”, souflée gelado ou vacherin.

Na Inglaterra e Estados Unidos, parfait refere-se a outro tipo de sobremesa, montada em taças, formando camadas de frutas, sorvete e calda.

Parfait de Chocolate e Banana

base:

  • 300 ml de creme de leite
  • 250 ml de leite integral
  • 100 g de açúcar
  • 4 gemas peneiradas
  • 1 colher de essência de baunilha
  • 1 colher de sopa de manteiga integral

doce de banana:

  • 100 g de açúcar
  • 3 bananas nanica picada

outros:

  • 50 g de cacau
  • 200 ml de creme de leite batido em picos médios

1. Para o creme, leve à fervura o leite, creme de leite, açúcar, baunilha e manteiga. Quande levantar fervura, despeje 1/3 dessa mistura nas gemas, misture, volte tudo à panela e cozinhe até engrossar ligeiramente. Resfrie e reserve.

2. Para o doce, coloque o açúcar em uma panela, e mexendo deixe formar um caramelo, junte as bananas e jogue cerca de 100 ml de água. Cozinhe alguns minutos até que a banana comece a derreter, formando uma espécie de compota. Resfrie e reserve.

3. Divida o creme de gemas em duas partes, em uma delas junte o doce de banana, na outra o cacau em pó.

4. Misture metade do creme de leite batido, em cada uma das misturas. Reserve a mistura de banana refrigerada até o momento de usar.

5. Molhe ligeiramente a calha com água de modo possibilitar que o filme plástico grude no interior, e forre completamente por dentro.

6. Disponha a mistura de chocolate. Leve ao congelador por cerca de 4 horas. Então junte a mistura de banana, cubra com filme plástico e congele até que esteja firme.

7. Retire o parfait do molde, retire o filme plástico que o envolve, polvilhe cacau em pó e sirva fatiado.

As camadas do parfait podem ser dispostas de forma decorativa, no exemplo, usei um rolo de papel toalha revestido com filme plástico, para mergulhar no parfait e deixar vago um espaço redondo onde mais tarde viria a preencher com a mistura de banana.

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Madeleines
sábado julho 24th 2010, 14:38

Madeleines são bolinhos em formato de concha parecidos com genoise, porém amanteigados e tradicionalmente aromatizados com zest de limão.

Confesso que, apesar de gostar muito de madeleines, fiz poucas vezes, seguindo cada vez uma receita. Com isso pude eleger a que melhor se adaptou às minhas forminhas e ao meu forno.

Da região de Commercy – Lorraine (terra do quiche lorraine) esses bolinhos assim foram batizados por serem feitos pela cozinheira (dizem ser confeiteira) Madeleine Paulmier em honra ao Duque Stanislaw Leszczynski. Mais tarde, Luis XV, que viria a se tornar genro do duque, perpetuaria o nome da jovem com esse bolinho.

Outra teoria conta que uma jovem chamada Madeleine oferecia pequenos bolinhos em formato de concha aos primeiros peregrinos do Caminho de Santiago de Compostela. A concha teria então, por esse motivo se tornado o símbolo desta peregrinação.

Madeleines

  • 100 g de farinha de trigo
  • 100 g de manteiga sem sal
  • 2 ovos inteiros
  • 60 g de açúcar
  • raspas de limão
  • 5 ml de essência de baunilha
  • 4 g de fermento químico em pó

1. Em uma panela pequena, derreta a manteiga até dourar levemente e soltar um aroma amendoado. Se necessário coe a manteiga e reserve.
2. Misture os ovos e o açúcar com auxílio de um batedor de arame.
3. Aos poucos misture nessa mistura de ovos, a farinha peneirada e a manteiga derretida alternadamente.
4. Junte as raspas de limão e a essência de baunilha.
5. Deixe repousar na geladeira por no mínimo uma hora.
6. Retire da geladeira e não esqueça de adicionar o fermento em pó.
7. Unte as formas de madeleine com manteiga e farinha de trigo.
8. Despeje a massa, de modo a completar somente 3/4 da forminha. Caso encha demais, irá transbordar, e também não criará aquela “corcova” na parte superior das madeleines.
9. Asse por 10 minutos em forno à 210ºC na grade superior. (Eu coloco uma assadeira virada, no fundo do forno, pra tornar o calor mais difuso e evitar que queimem o fundo) Abaixe a temperatura do forno para 180ºC e asse até que as bordas estejas levemente douradas.
10. Resfrie e acondicione em um pote com tampa.

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Medalhao de filet Light com ervas e molho de vinho tinto
terça-feira setembro 15th 2009, 21:19
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Filet ao molho de vinho tinto

A turma de Cozinha Light e Dietética, que estou dando aulas no Senac, é muito concentrada e esforçada.  Este final de semana fizemos esse delicioso medalhao de filet mignon ao molho de vinho tinto,  a receita é pra lá de batida,  porem o diferencial foi o cuidado no modo de preparo, a fim de ficar (como o nome do curso sugere)  diet ou light e o uso de milhões de ervas aromáticas para diminuirmos um pouco a quantidade de sal.  Alem disso, tentamos reduzir ao maximo a utilização de gorduras e carboidratos. O resultado foi digno de nota. Um filé suculento,  saboroso,  sem detrimento da qualidade do paladar.

O filet mignon é naturalmente uma carne pobre em gorduras,  o que fizemos, foi temperá-lo com muitas ervas em substituição de uma parte do sal ( tomilho, oregano, salvia, estragão, noz moscada, louro etc)  salteamo-lo em pouco azeite, ao final da cocção juntamos uma redução de vinho tinto e caldo light de carne em proporção igual.

O dia tambem nos rendeu um canelone de berinjela com ricota, e uma variação utilizando massa “integral” onde usei farinha integral (50%), farinha de trigo e semolina (25% cada)

A sobremesa foi um flan de laranja muito discreto, o sabor mesmo tendo sido feito com adoçante, aproximou-se 90% do sabor do que seria se fosse feito com açucar refinado.